terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Sites confiáveis não estão livres de vírus; saiba como se proteger

Atualização dos programas ajuda a previnir contaminação.

Ficar longe de conteúdos ilegais e pornografia não é o suficiente para garantir que os sites que você visita estejam livres de vírus. O ritmo de navegação hoje é tão rápido, entre visitas em sites, links e consultas a mecanismos de pesquisa, que às vezes nem se sabe como uma determinada página foi acessada.



Criminosos, sabendo disso, estão utilizando duas técnicas eficazes para infectar internautas: alterando sites legítimos para incluir códigos maliciosos e tentando envenenar os resultados em sites de pesquisa com páginas maliciosas.

Saiba como isso tudo funciona e como se proteger na coluna Segurança para o PC de hoje.

A Mozilla, organização responsável pelo navegador web Firefox e pelo site oficial de extensões para o mesmo, admitiu este mês que um add-on chamado “Master Filler”, disponível no site da própria organização, estava infectado. A extensão, ao ser instalada, trazia consigo o cavalo de troia “Bifrose”, que dá ao invasor o acesso total ao computador infectado.


Entre tantas extensões seguras disponíveis no site da Mozilla – que de fato verifica os add-ons antes de colocá-los on-line –, uma acabou trazendo o conteúdo malicioso. Mas não é a primeira vez que isso acontece. O pacote de idioma vietnamita para o Firefox (também um add-on) esteve infectado em 2008. Cerca de 700 pessoas baixaram o “Master Filler” antes de ele ser retirado do ar.
No final do ano passado, o site Gnome-Look, que contém utilidades para melhorar a área de trabalho de sistemas Linux, hospedou um protetor de tela malicioso. O protetor de tela solicitava direitos administrativos para sua instalação, mas os usuários, que não suspeitavam do problema, acabavam autorizando a instalação – e eram infectados, apesar da segurança adicional provida pelo sistema operacional.



O que há em comum entre esses episódios é que, em ambos os casos, os sites são repositórios que dependem de conteúdo enviado por usuários. São internautas que enviam os protetores de tela para o Gnome-Look, como também são internautas que abastecem o repositório de add-ons da Mozilla. Os responsáveis pelos sites precisam auditar, ou seja, verificar o conteúdo recebido.
No entanto, sempre existe o risco de que os antivírus, na data de envio dos arquivos, ainda não sejam capazes de detectar o código malicioso. Se o invasor for realmente sofisticado, ele pode criar um código inteiramente novo e embuti-lo de maneira que ninguém perceberá.

Qualquer site que recebe conteúdos potencialmente perigosos pode vir a hospedar um vírus. Os usuários, sem desconfiar de nada, podem acabar instalando o que é oferecido e infectando o computador.
Hackers mais sofisticados não precisam depender apenas de sites que recebem arquivos. Eles podem alterar as páginas que possuírem falhas de segurança. Qualquer site pode ser alterado dessa forma, desde que os invasores consigam descobrir alguma vulnerabilidade que permita isso.

Segundo um levantamento da fabricante de antivírus Kaspersky, um em cada 150 sites pode ter sofrido problema desse tipo no ano passado.

Para realizar esses ataques, os criminosos criam (ou compram) “kits de exploração”. São pacotes que tentam utilizar diversas falhas de segurança, em navegadores web e seus plugins, como Flash, Adobe Reader e QuickTime. Em posse do kit, procuram sites vulneráveis e alteram as páginas para direcionar os visitantes à página contendo o kit de exploração.

Normalmente, o direcionamento ocorre por meio de um “iframe”, um código que permite que um site seja carregado dentro de outro. Com isso, o internauta não consegue perceber que um site malicioso foi carregado com o legítimo. O site verdadeiro não aparenta nenhuma modificação, na maioria dos casos.

Esses ataques são sofisticados porque se aproveitam de vulnerabilidades existentes tanto nos sites quanto nos computadores dos visitantes.

Em uma modalidade semelhante, os criminosos conseguem emplacar anúncios infectados. Portais de internet veiculam anúncios configurados e definidos por terceiros, que muitas vezes não verificam as peças de forma adequada. Em outros casos, as peças publicitárias são feitas de tal forma que apenas os internautas verão o conteúdo malicioso.

Quando uma brecha que pode ser usada em vários sites é encontrada, os criminosos criam mecanismos de invasão em massa para alterar milhares de sites uma só vez. No ano passado, um ataque desse tipo infectou 80 mil páginas.
No Brasil, os invasores são menos sofisticados. Na maioria dos casos, não é usada nenhuma falha para infectar o computador dos visitantes, embora isso já tenha ocorrido. Hoje, o ataque mais comum envolve o uso de Java applets. Applets são pequenos softwares que rodam dentro dos sites na linguagem Java. Eles não podem, normalmente, infectar o computador. Porém, se um applet contém uma assinatura digital, ele pode ser “elevado” a um estado de programa normal, ganhando assim a capacidade de alterar, ler, criar e executar arquivos no computador.

Os invasores brasileiros colocam um applet assinado, embora com assinatura falsa. Quando o site infectado é visitado, uma janela pedindo a confirmação para a execução do applet é exibida. Se o internauta concordar, será infectado.

Outra característica das invasões brasileiras é que os vírus instalados buscam roubar senhas de banco, o que nem sempre é o caso dos ataques realizados por hackers de outros países. Esta coluna já descreveu como funciona um ataque desse tipo, passo a passo.


Os sites do São Paulo FC, da fabricante de bebidas Ambev, das operadoras Vivo e Oi, entre vários outros, já foram alvo desse tipo de ataque no Brasil.
Procurando por algum assunto popular? Criminosos sabem quais são os assuntos mais comentados e tentam envenenar os sites de busca com páginas maliciosas.

É bom estar atento nos resultados das pesquisas em mecanismos de busca, especialmente se o assunto procurado for popular (ou ilegal ou pornográfico – esses sites ainda contêm muitas pragas digitais). Para chegar nos resultados, páginas são criadas para dar destaque a termos que os criminosos acreditam que serão usados pelos internautas para encontrar informações a respeito do assunto em questão. Com isso, em algumas pesquisas, os resultados maliciosos podem aparecer logo na primeira página.

Ficar longe dos sites “problemáticos” já não é possível, pois não dá para saber quais sites terão problema. Qualquer página da web é candidata a ser alterada e começar a enviar vírus para seus visitantes.

Mas existem maneiras de evitar que você se torne vítima. Atualize seus programas. Como explicado, os sites que foram alterados tentam utilizar brechas de segurança para infectar seu computador. A maioria dessas brechas, quando não todas elas, é conhecida e há solução disponível. Manter os softwares atualizados garante que todas as vulnerabilidades conhecidas já foram fechadas – e isso pode protegê-lo contra os ataques.

Simplesmente não é possível navegar na web com segurança se o seu navegador e seus plug-ins não estiverem em dia. Não é exagero: é realmente impossível. Não dá para saber quando aquele site que você visita diariamente pode acabar sendo vítima de um ataque.

No caso das pesquisas na web, a precaução ainda funciona. No caso de assuntos populares, os mais usados nos golpes, muita informação pode ser encontrada em sites conhecidos. Verifique o endereço do site antes de clicar. É claro que, considerando que qualquer site pode ter sido alterado, os sites legítimos também podem ter sido alterados. Mas aí é outra classe de problemas, contra a qual você se protegeu atualizando seus programas.
O uso de um antivírus ajuda, mas está longe de ser suficiente. Como a coluna da última sexta-feira (13) comentou, até 32% dos computadores com antivírus pode estar infectado. No entanto, quem utiliza o computador com um sistema operacional atualizado estava menos propenso a ter qualquer infecção.

Nos sites que possuem conteúdos enviados por internautas, evite, exceto quando absolutamente necessário, baixar add-ons pouco conhecidos. Esses sites, por terem um espírito de “comunidade”, normalmente permitem que outros internautas deixem comentários. Depois de um tempo on-line, é bem provável que alguém perceba caso algum problema exista. Porém, se você não for um usuário mais técnico para perceber quem é o culpado pelos problemas no seu computador, é melhor deixar essa tarefa para quem sabe.

Mais cedo ou mais tarde, esses problemas são sempre detectados – normalmente, depois de algumas pessoas terem sido vítimas. Esses ataques são sofisticados, e não existe solução capaz de resolvê-los. É necessário, no entanto, saber da possibilidade de problemas, e tomar os devidos cuidados quando necessário.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Gerencie conteúdo de suas redes sociais em uma só janela do Firefox

Quem participa de muitas redes sociais e tem contas em vários comunicadores instantâneos, precisa conhecer o Yoono.
Se você participa de uma, duas ou mais redes sociais e é usuário de vários programas de mensagens instantâneas sabe como é difícil acompanhar o que seus contatos publicam neles e até mesmo postar atualizações nesses sites. Para ajudar a lidar com essa situação, existe um complemento gratuito para o Firefox que compila atualizações de redes sociais de várias fontes como Twitter, Facebook, LinkedIn, além das mensagens enviadas por contados como MSN e as exibe em um única coluna dentro da janela do browser para fácil visualização e atualização.

O Yoono para Firefox acrescenta um painel à esquerda da janela do navegador da Mozilla. Nela, ficam organizadas e permanentemente atualizadas, todos os updates que seus contatos fizerem. Se você não gosta de ter a janela do navegador poluída por conteúdos que não o da página que estiver visitando - mesmo que em uma aba separada - pode experimentar a versão para desktop do Yoono.

Configurar o Yoono é muito fácil. Basta fornecer as informações de login de cada serviço desejado e observer as atualizações sendo feitas sem que você precise fazer mais nada. Pode-se escolher integrar todos os updates em uma única aba ou manter abas distintas para cada serviço adicionado. E ainda existe a possibilidade de olhar o conteúdo em uma caixa de entrada, respostas aos comentários etc.

Críticos do complemento dizem que, ao ser ativado, o Yoono ocupa uma boa porção da janela do Firefox. Quem tem uma resolução de 1280 por 1020 verá perto de um quarto de sua tela ser usado pelo add-on. Mas há uma seta facilmente identificável no canto superior esquerdo que permite minimizar a coluna do Yoono, mas que ainda assim ocupa uma porção da janela - o ideal seria poder removê-la completamente.

Independentemente de estar minimizado ou não, o Yoono - por padrão - mostra cada atualização das redes sociais como pequenos pop-ups no canto inferior direito da tela por cerca de um minuto. Isso pode tirar a atenção dos mais distraídos, principalmente daqueles que participam de muitas redes sociais e precisam manter a atenção no que estão fazendo no computador.

Mas se este tipo de coisa não o importuna, o Yoono irá economizar um bom tempo seu, evitando que tenha de visitar cada site das redes de que faz parte para acompanhar o que os contatos estão dizendo ou mesmo publicar seu status neles.

E, se você perdeu uma atualização por que o pop-up já desapareceu, não se preocupe, basta navegar pela coluna do Yoono e acompanhar a linha do tempo do que seus contatos publicaram.

Tutorial : Como manter os dados do celular ou smartphone em segurança.

Todo mundo que usa um computador sabe da importância de fazer cópias de segurança de seus dados, embora muita gente faça backpus do PC menos vezes do que seria necessário e só se dê conta disso quando é tarde demais.

O problema é que as informações eletrônica há muito tempo deixaram estar apenas no computador. Elas se espalham por HDs removíveis, pendrives, cartões de memória de câmeras digitais, tocadores MP3 e, claro, também estão presentes em um dispositivo cada vez mais presente na vida de todos: nos celulares e smartphones.

Para se ter uma idéia, o Brasil encerrou 2009 com 179,3 milhões de telefones celulares em operação, ou mais exatamente 9,55 aparelhos para cada grupo de dez brasileiros.

E o que eles têm assim de tão importante? Para a maioria dos usuários, é nos telefones móveis que estão guardados os contatos telefônicos de todas as pessoas que conhecem (raramente alguém mantém um cópia física - nas boas e infalíveis agendas telefônicas). Mas tais eletrônicos guardam ainda fotografias, e-mails, músicas e filmes que são muito importantes para seus proprietários.

O celular sumiu
Em caso de roubo ou perda do equipamento, além do prejuízo do aparelho e do chip, perde-se também tudo o que está armazenado nele e, dependendo do caso, isso pode causar mais prejuízo do que o valor do próprio celular.

Se o celular desapareceu, a primeira ação a ser tomada é ligar para a operadora e pedir o bloqueio do chip, afinal você não vai querer que saiam por aí fazendo ligações que você terá de pagar depois.

Mas há ainda uma segunda ação importante e muita gente desconhece: é preciso solicitar que a operadora bloqueie também o próprio celular. Ao fazer isso, nenhuma função do aparelho poderá ser acessada, mesmo que o chip for substituído.

O bloqueio do aparelho só é possível caso você informe à operadora o código IMEI do equipamento. Este número, composto por 15 dígitos, está registrado no próprio celular (normalmente fica em uma etiqueta localizada embaixo da bateria), mas também pode ser encontrado no manual dele e até na embalagem em que o equipamento veio.

Anote esse código e guarde a informação em um lugar seguro.



Exemplo de etiqueta localizada no celular, embaixo da bateria

Senha
As informações guardadas no celular não ficam vulneráveis apenas em caso de perda ou roubo. Qualquer um que tenha a oportunidade de pegar seu aparelho por algum tempo também pode espiar o que tem nele. Por isso a importância de protegê-lo com uma senha.

Cada aparelho tem uma forma específica de fazer isso. Verifique no manual do seu equipamento ou no site do fabricante como proceder. E nada de usar a senha padrão, muitas vezes algo como "1234" ou "0000" - são as primeiras que qualquer um vai tentar caso deseje burlar a segurança. E nem é preciso dizer que você deve deixar o código de segurança anotado em algum lugar. Com tantas informações que temos de guardar hoje em dia, é muito fácil esquecer de mais uma.

Cartão de memória
Mesmo que o celular esteja protegido por senha, ainda existe um ponto vulnerável nele: o cartão de memória. Este dispositivo portátil de armazenamento pode ficar inacessível caso esteja inserido em um celular protegido. Mas ainda poderá ser lido em qualquer PC que tenha um leitor de cartões.

Por conta dessa fragilidade, uma parte considerável dos smartphones - celulares por sua característica costumam guardar um volume maior de informações sensíveis - oferece meios de proteger os arquivos guardados nos cartões. Tal função, quando disponível, pode ser localizada no menu de segurança do equipamento ou nas opções de gerenciamento de arquivos.

Chip ou cartão de memória?
A memória interna do próprio celular é um recurso escasso e usada normalmente para funções do próprio equipamento. Dados do usuário, como a agenda de contatos, são salvos no chip ou então no cartão de memória flash, e algumas diferenças em relação a essas duas opções.

Os chips também têm limitação de espaço (128 kB)e não costumam oferecer muitos recursos. Mas os chips têm a vantagem de, caso o celular tenha algum problema de hardware, poder ser removido e inserido em outro telefone móvel, levando consigo todos os contatos do usuário.

Em compensação, os cartões de memória oferecem muito espaço para seus dados - alguns modelos de smartphones aceitam cartões de 16 GB e até 32 GB. Sua principal desvantagem é que o formato usado para guardar as informações pode não ser reconhecido por outro celular, caso seja necessário trocar de aparalho. Tal situação é mais frequente quando o fabricante é diferente ou quando se opta por um sistema operacionam móvel distindo (Windows Mobile, Symbian, iPhone OS ou Android).

Backup dos dados
Não importa se as informações estão guardadas no espaço limitado do chip ou nos espaçosos cartões de memória. Elas são importantes e você precisa ter uma cópia - pelo menos uma! - de segurança delas.

Basicamente, há duas opções possíveis de se fazer isso. Se possível, use ambas; você irá entender o motivo desta estratégia a seguir.

Agenda de contatos - As operadoras móveis Vivo e Tim oferecem um serviço de backup para a agenda telefônica, no qual os dados do celular ficam armazenados em um servidor da empresa.

A oferta da Tim permite salvar a agenda telefônica na internet e restaurá-los sempre que preciso. Os contatos podem ser atualizados a qualquer momento, com data pré-programada ou somente quando solicitado.

O serviço é ativado de forma muito simples. Basta acessar o menu do celular, escolher a opção de Serviços Tim, escolher o item Tim Agenda e, em seguida, Sincronizar. Para acessar o Tim Agenda pela web, o cliente deve ir à área exclusiva do site da Tim.

Clientes com planos pós-pagos terão o serviço cobrado em sua conta. Para quem tem celular pré-pago, é necessário ter o valor equivalente em créditos para serem descontados. Esse serviço é cobrado da seguinte forma: a primeira sincronização custa 3,99 reais e as demais atualizações custam 48 centavos. Para restaurar os arquivos, a operadora cobra 3,99 reais.

Já no caso da Vivo, os procedimentos são similares, mas o preço é diferente: a primeira sincronização custa 2,99 reais e as demais custarão 49 centavos.

O backup por meio da operadora tem a vantagem de garantir que a agenda telefônica estará sempre protegida (desde que você lembre-se de fazer cópias períodas dela). Em contrapartida, você irá pagar sempre que atualizar os dados e também quando precisar recuperá-los. E mais um detalhe: apenas a agenda telefônica estará protegida.

Backup no computador
Felizmente, todos os sistemas móveis oferecem a possibilidade de gerenciar os dados do celular ou smartphone a partir de um computador. Além de facilitar uma série de ações que são mais chatinhas de serem feitas na telas diminutas ou no teclado (físico ou virtual) do telefone móvel, as ferramentas têm ainda uma função muito importante: backup.

Caso seu smartphone ou celular não veio acompanhado de um CD ou DVD com tal software, vá até o site do fabricante e procure localizá-lo. Algumas versões do Windows e o Mac OS também são capazes de reconhecer os dispositivos quandos esses são conectados ao computador por meio de um cabo apropriado e abrem ferramentas próprias que possibilitam o gerenciamento e sincronização.

Se nada disso funcinonar, faça uma busca na web utilizando como argumentos de pesquisa o modelo do seu celular e sistema operacional do seu computador para achar utilitários que possam fazer o trabalho. As chances de encontrar um bom donwload gratuitos são enormes.

Estes aplicativos asseguram que não só a agenda de contatos estará salva no desktop ou notebook, como também todas as demais informações que estão guardadas no cartão de memória. Por isso, a combinação do backup pela rede da operadora e a cópia dos dados no computador acaba sendo a solução mais adequada.

Tutorial : Como aumentar a memória de vídeo do PC?


Como eu faço para aumentar a memória de video do meu PC?

A memória compartilhada é um recurso utilizado para economizar o preço final do computador. Ao invés da placa de vídeo ter um chip próprio de memória, ela utiliza uma parte da memória RAM do PC. Por exemplo, em um PC de 64 MB de RAM, se a memória de vídeo utilizar 8 MB, você dispõe de apenas 56 MB para rodar programas.

Para alterar esse parâmetro, entre na BIOS de seu computador e verifique se é possível definir quanto de memória será dedicada para a placa de vídeo. Em caso de dúvida, consulte o manual de sua placa-mãe.

Note que algumas BIOS não permitem essa mudança. Aproveito para lembrar que, caso você necessite de melhor performance (para rodar jogos de ação, ou programas 3D), é melhor adquirir uma placa de vídeo com memória própria.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Jogar videogame melhora a visão em até 20%, diz pesquisa

Um estudo da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, mostra que jogar videogame pode melhorar aspectos da visão em até 20%. A notícia deve agradar os amantes dos jogos.
Os pesquisadores explicaram que o hábito de jogar muda os caminhos no cérebro responsáveis pelo processamento visual, já que ele se adapta à pressão imposta pelos jogos eletrônicos.

Foram avaliados dois grupos de estudantes que jogavam pouco videogame. Um deles usou jogos de tiro durante uma hora por dia, no período de um mês. O outro grupo jogou o "Tetris", menos complexo em termos visuais.

Os primeiros se saíram melhor no "teste do T", que mede a precisão e a clareza da visão das pessoas através da capacidade de discernir a orientação da letra em meio a uma série de outros símbolos.

Controvérsia
Para a especialista do Reino Unido Maggie Woodhouse, os norte-americanos estão confundindo precisão visual com busca visual, que é o que o "teste do T" mede de fato.

Como diminuir o cansaço visual por uso do PC


Pessoas que passam muito tempo na frente de computadores podem estar sofrendo de Síndrome de Visão de Computador (CVS, em inglês), cujos sintomas são queimação, olhos secos e cansados, dores de cabeça e no pescoço e visão embaçada. A CVS é normalmente conhecida como cansaço visual ou eyestrain, um mal causado por excessivo uso de monitores, iluminação de má qualidade e outros fatores do ambiente. Desconforto físico persistente é outro sintoma.
De acordo com a Clínica Mayo, a CVS acontece pelo longo tempo passado pelos usuários em frente ao computador. Entretanto, existem alguns hábitos que podem aliviar a rotina de estresse visual. Confira 22 dicas do site The Lighting Blog:

1. O usuário deve ficar alguns minutos longe do computador e fora da mesa de trabalho, se possível, a cada hora.

2. Caso não possa deixar a mesa, é recomendável inclinar-se para trás, fechar os olhos e relaxar por alguns minutos.

3. Sugere-se separar trabalhos auxiliares para realizar durante estas pausas.

4. São muito proveitosos exercícios de alongamento com movimentos próprios para execução em ambiente de escritório, recomendados pela Clínica Mayo (atalho tinyurl.com/2wdwst).

5. Iluminações e brilhos que emanam de trás do monitor entram em contato direto com os olhos. Se houver opção, o mais recomendável é usar lâmpadas de mesa que fiquem em qualquer dos lados da área de trabalho. O monitor produz sua própria luz, de modo que o usuário apenas necessita ajustar a luz indireta ao redor de si.

6. Caso o local de trabalho seja próximo a uma janela por onde entre muito sol, é conveniente ajustar cortinas ou persianas para que as luzes não interfiram diretamente no monitor.

7. Evitar trabalhar em locais demasiado escuros, pois o monitor parecerá um farol no meio da escuridão. Os olhos terão de fazer força para enxergá-lo, por conta do contraste entre a ausência e a presença de luz intensa ao mesmo tempo. Se não há maneira de evitar, deve-se diminuir a luminosidade da tela. Isso permitirá um razoável conforto, mas, mesmo assim, em determinado momento os olhos vão se irritar.

8. Caso o usuário pretenda realmente se livrar do cansaço visual e necessite de luzes apropriadas para sua casa ou local de trabalho, existem lojas especializadas em iluminação de alta qualidade que podem se adequar ao padrão de cada um.

9. Plantas naturais no local de trabalho não só tornam os espaços mais úmidos, como também reduzem a poeira e outras partículas que poderiam irritar os olhos.

10. Alguns produtos naturais também podem ser úteis para aliviar olhos secos, que são uma das maiores reclamações entre usuários de computadores.

11. Monitores CRT convencionais (de tubo de imagem) podem ter sua intensidade regulada para reduzir o cansaço visual. Além disso, a taxa de "refresh" pode ser ajustada, melhorando a qualidade de vídeo e o conforto visual.

12. Modelos de tela plana valem o investimento, pois oferecem visualização melhor que as telas curvas. Além de maior qualidade visual, os monitores CRT de tela plana oferecem melhores taxas de refresh, além de ajustes mais ricos de contraste e cor. Muitos escritórios vêm optando por telas LCD por razões ergonômicas e de economia de energia. O mais importante é que a resolução da tela de LCD também reduz o cansaço visual.

13. Vale a pena investir em um laptop. Os modelos variam de 10 a 19 polegadas, possuem boa definição gráfica, cores profundas, contraste e várias formatações ajustáveis. É preciso comparar e determinar qual o que melhor se encaixa às necessidades e ao orçamento de cada usuário.

14. É necessário configurar adequadamente os elementos gráficos do computador para maximizar o conforto visual. Configurações são totalmente subjetivas e, por isso, laptops podem requerer freqüentes ajustes dependendo da luz e de outras variáveis do ambiente em que se encontram.

15. Tamanhos de fonte também podem ser ajustados para facilitar a leitura. Caso seja necessário se inclinar em direção à tela para ler o texto, é melhor aumentar um pouco o tamanho das letras. De acordo com a Clínica Mayo (atalho tinyurl.com/yp5uqh) "fontes pequenas podem causar aumento de pressão e de estresse visual".

16. Optometristas recomendam que o monitor esteja a uma distância entre 50 e 70 cm dos olhos, aproximadamente à distância de um braço esticado.

17. Filtros e escudos antibrilho para monitores podem ser de vidro óptico ou polarizado, servindo para telas CRT, telas planas ou laptops. Pode-se ainda optar por coberturas anti-estáticas, que repelem poeira.

18. Pessoas que trabalham com entrada de dados e assistentes administrativos usualmente convertem dados de documentos para bancos de dados eletrônicos. Recomenda-se a estes profissionais o uso de braçadeiras mecânicas para segurar o documento que está sendo digitado, mantendo-o a uma distância dos olhos igual à que separa os olhos do monitor, pois isso causará menor cansaço visual.

19. Programadores trabalham intensamente com linguagens de computador em que, às vezes, são utilizados muitos símbolos com configurações visuais complicadas. Em casos assim, é preferível que se utilize fontes simples, tais como Courier e New Courier.

20. Diretores de arte e webdesigners precisam de maiores resoluções gráficas de monitor para seus trabalhos. Devem, portanto, ajustar a configuração de vídeo para aliviar seus olhos. Usuários de Windows com monitor LCD, devem habilitar o ClearType, ferramenta para melhoria na resolução da imagem. O site de de suporte da Microsoft traz instruções sobre como aprimorar as fontes de tela, no atalho tinyurl.com/yvzb29.

21. É importante fazer exames de vista regulares. De acordo com a Associação Norte-Americana de Optometria, adultos com mais de 40 anos deveriam fazer exames a cada três anos. De 40 a 60, a cada dois; e com mais de 60, a cada ano. Se o usuário tiver tendência a apresentar problemas de vista, ou se trabalhar com uma demanda diária muito pesada, então deveria fazer exames mais regularmente.

22. Outra opção são óculos de descanso para uso enquanto se trabalha no computador. São uma boa alternativa para atenuar o cansaço visual, mas seu uso é individual e requer recomendação médica.

Dicas para proteger o seu micro

Os criminosos do ciberespaço combinam códigos e estratégias para driblar os antivírus. Para se proteger, o usuário deve seguir algumas regrinhas.
Segundo o especialista em Segurança da informação Reinaldo de Medeiros, do Proderj, regras simples aumentam a segurança. Confira 13 delas.

Ignore os spams. Não compre nada anunciado por spams. Ao receber um e-mail do tipo, apague-o.

Nunca clique em links de mensagens que não solicitou, nem informe dados pessoais ou sigilosos.

Evite usar o perfil de administrador, que não tem limitações. Crie um perfil mais restrito.

Evite sistemas operacionais ultrapassados como Windows 95, 98 e Me.

Atualize o computador com os patchs (correções) do Windows Update.

Use somente programas de fabricantes confiáveis ou de código aberto.

Use um firewall, como o Zone Alarm, principalmente em notebooks e banda larga.

Proteja sua conexão Wi-Fi com senhas fortes, com letras, números e símbolos.

Remova os cookies e histórico de navegação de tempos em tempos.

Faça backups (cópias de segurança) periódicos.

Só compartilhe pastas e arquivos se necessário.

Desabilite todos os protocolos, exceto o TCP/IP.

Tenha um antivírus confiável e atualizado.